Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Visto de cima - Moshav

Mäyjo, 19.04.15

Moshav

Nahalal, Israel.jpg

Nahalal, Israel

32 ° 41'24 "N 35 ° 11'48" E

 

Nahalal é um moshav no norte de Israel. O moshav é um tipo de comunidade cooperativa  agrícola, que é composta por fazendas individuais e é governado por um conselho eleito. Fundado em 1921, Nahalal é um dos moshavim mais antigos do país e seu layout de círculos concêntricos é a base para a concepção de muitas dessas comunidades estabelecidas em Israel antes de se tornar um estado em 1948.

PALESTINA (ou Territórios Palestinos)

Mäyjo, 29.03.15

10458897_610289755735257_9068423388002701789_n.jpg

Uma grande variedade de definições geográficas da Palestina têm sido utilizadas ao longo dos séculos, definições essas que sempre foram emocionalmente e politicamente controversas. 

No dia 15 de novembro de 1988, o Conselho Nacional Palestino declarou a independência do Estado de Israel . Atualmente, o "Estado da Palestina" é oficialmente reconhecido pelas Nações Unidas como um Estado não-membro observador, um status concedido em 29 de novembro de 2012. A única outra entidade geográfica que atualmente detém esse status é a Santa Sé (Vaticano). A partir de agosto de 2014, 134 nações reconheram oficialmente a Palestina como um Estado soberano.

Surpreendentemente, dos países que integram o G-20, apenas a  Argentina, Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita, África do Sul e Turquia reconheceram a sua declaração de independência. Dos países que integram o G-8, apenas a Rússia define oficialmente a Palestina como um Estado soberano. Muitos dos problemas históricos entre israelitas e palestinos envolve geografia e mapas.

Nos últimos anos, os Territórios Palestinianos fragmentados são geralmente localizados dentro da Faixa de Gaza, Jerusalém Oriental e na Cisjordânia.

ilcolor.gif

 

EMPRESA ISRAELITA DESENVOLVE MÉTODO PARA GERAR ENERGIA SOLAR 24 HORAS POR DIA

Mäyjo, 21.02.15

israelsolar_SAPO

A Brenmiller Energy, uma empresa de energias renováveis israelita, resolveu um dos maiores problemas da tecnologia fotovoltaica – como produzir energia quando o sol se põe. A empresa anunciou recentemente a construção de uma central fotovoltaica, com capacidade instalada de 10 megawatts, que vai gerar electricidade 20 horas por dia graças a uma tecnologia de armazenamento que a empresa desenvolveu alo longo dos últimos três anos.

O projecto vai ser instalado na cidade de Dimona, no deserto do Negueve, e vai recorrer à biomassa para gerar energia durante as quatro horas em que o sistema fotovoltaico não vai estar a gerar electricidade.

“As centrais de energia solar que integram capacidade de armazenamento e são auxiliadas pela biomassa são a melhor opção para produzir electricidade em Israel”, afirma Avi Brenmiller, director-exectutivo da Brenmiller Energy, cita o Inhabitat. “A biomassa sozinha não consegue responder à procura energética mas combinada com a energia solar e capacidade de armazenamento representa a alternativa mais ecológica e barata”, indica Brenmiller.

O projecto terá um custo de €67,9 milhões e vai ocupar uma área de cerca de 45 hectares. Espera-se que a nova central solar esteja completada no início de 2017. De acordo com a Brenmiller Energy, o projecto vai permitir a criação de 150 postos de trabalho locais.

O sistema desenvolvido pela empresa israelita recorre a espelhos parabólicos que seguem os raios solares e armazenam a energia térmica. O calor produzido pelo Sol é transferido para um centro energético subterrâneo, onde a energia é armazenada a 550 graus Celsius. Durante a noite ou quando o céu estiver encoberto a energia armazenada é libertada sob a forma de vapor de água, que alimenta as turbinas e permite a continuidade do fluxo energético.

ISRAEL: DERRAME MASSIVO DE PETRÓLEO EM RESERVA NATURAL DEMORARÁ ANOS A SER LIMPO

Mäyjo, 31.01.15

Israel: derrame massivo de petróleo em reserva natural demorará anos a ser limpo

No início de Dezembro do ano passado uma rotura no oleoduto de Eliat-Askeon, em Israel, provocou um derrame de petróleo para a Reserva Desértica de Evrona, perto do Mar Vermelho. Consequentemente, três a cinco milhões de litros de petróleo espalharam-se por cerca de 81 hectares da reserva.

O petróleo tem-se acumulado em ravinas, mas se não houver chuvas fortes pode ser possível que o crude não atinja o mar. Porém, os ecologistas do Governo israelita indicam que o derrame demorará anos a ser limpo. OInhabitat escreve que os trabalhos de limpeza começaram já, com equipas a aspirar o petróleo e a construir barreiras para impedir que o petróleo se espalhe mais.

“Como é que se cuida de um veado que está a correr e a mancar por causa do petróleo? Como é que se limpa a vegetação? Isto é um assunto muito complicado”, afirma o ecologista da Autoridade da Natureza e dos Parques, Roey Talbi. “Não temos experiência para lidar com um desastre desta escala. A limpeza pode demorar na melhor das hipóteses meses e na pior anos”, acrescenta.

O derrame ocorreu enquanto uma secção do oleoduto estava a sofrer manutenção de rotina. A secção fica entre a cidade de Eliat, na costa do Mar Vermelho, e a cidade de Ashkelon, na costa mediterrânica, perto da fronteira com Jerusalém. Os trabalhos de limpeza permitiram já a remoção de dois milhões de litros de petróleo e 20.000 toneladas de solo contaminado. A limpeza está a ser financiada pela Eliat Asheklon Pipeline Company, que é detida pelo Estado israelita.

NÍVEL DO MAR MORTO ESTÁ A DIMINUIR UM METRO POR ANO

Mäyjo, 23.01.15

Nível do Mar Morto está a diminuir um metro por ano

Há muito que o Mar Morto atrai anualmente milhares de visitantes que procuram beneficiar das suas propriedades medicinais e boiar nas águas extremamente salgadas. Porém, estes dias podem estar a chegar ao fim. As mais recentes investigações ao mar revelam que o nível das águas está a diminuir um metro por ano.

As primeiras medições feitas ao Mar Morto ocorreram em 1927 e desde então as famosas águas bíblicas têm vindo a diminuir. A monitorização do mar é feita pelo Geological Institute of Limnological Research de Israel, que estima que desde os anos 1950 o Mar Morto já diminuiu 40 metros.

Pensa-se que a diminuição do nível do mar seja causada pela menor entrada de água no mar, através do Rio Jordão, e a saída de uma maior quantidade. A saturação da água e da terra, bem como o desvio de águas, podem estar na causa da entrada de menor quantidade de água para o mar através do Jordão.

Os recursos hídricos da região sofrem bastante procura, abastecendo Israel, Líbano, Síria e Jordânia. A evidência da escassez de água na região manifesta-se em plantas secas, casas de barro rachado, rachas no solo e até mesmo um parque aquático abandonado, escreve o Daily Mail.

O Mar Morto, também conhecido como Mar do Sal, separa Israel da Jordânia. O seu nome deve-se à elevada concentração de sal, que é dez vezes superior à do oceano. Como tal, o mar não suporta quase nenhum tipo de vida, nomeadamente peixes e plantas. A superfície do mar está 429 metros abaixo do nível global do mar, o que torna o Mar Morto no ponto com a menor elevação em terra do planeta. Actualmente, o Mar Morto tem 997 metros de profundidade, o que o torna no lago híper-salgado mais profundo do planeta.

Foto:  janruss / Creative Commons